<?xml version="1.0" encoding="utf-8" ?>

<oai_dc:dc xmlns="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
    xmlns:oai_dc="http://www.openarchives.org/OAI/2.0/oai_dc/"
    xmlns:xsi="http://www.w3.org/2001/XMLSchema-instance"
    xsi:schemaLocation="http://www.openarchives.org/OAI/2.0/oai_dc/ http://www.openarchives.org/OAI/2.0/oai_dc.xsd">

  <title>Instruções para o governo da Casa</title>

      <creator>Almeida e Vasconcelos. Família, barões de Moçâmedes, viscondes da Lapa (1779-1822)</creator>
      <creator>Almeida e Vasconcelos. Família, condes da Lapa (1822-1910)</creator>
      <creator>Almeida e Vasconcelos. Família (1910-)</creator>
      <creator>Macedo, Luís Manuel da Costa de Sousa de  (1949 -)</creator>
      <creator>Vasconcelos, Manuel de Almeida e (1784-1832)</creator>
  
  
  <description>Redigidas em 1819 pelo então visconde da Lapa (o título de conde data de 1822), as “Instrucções para a Administração da minha Caza durante a minha ausência”, não são um inventário propriamente dito pois não dizem respeito apenas ou sobretudo ao Arquivo da Casa. No entanto as suas raízes mergulham profundamente nesse Arquivo que o conde claramente considera como o coração da sua Casa. Pode portanto ser considerado como o primeiro de um conjunto de instrumentos heterogéneos – inventários, instrumentos de recuperação documental e listas – que o conde da Lapa produziu com a finalidade de organizar e gerir o seu Arquivo.
As Instruções, um instrumento prático de gestão, estão divididas em três secções: administração, arrendamentos e estado da Casa (apreciação geral e conselhos). Nelas o conde descreve a situação de cada propriedade, explica onde se encontram os principais documentos que lhe dizem respeito , descreve os procedimentos de gestão corrente e atribui responsabilidades administrativas e legais a membros precisos da sua Casa.
Mais tarde, depois do seu regresso da Rússia, em 1825, o conde mandará elaborar um inventário do seu arquivo, organizado por maços e documentos numerados dentro de cada maço, produzindo então dois volumes (1º volume - maços 1 a 20 e 2º volume - maços 21 a 40) e um “mostrador” organizado por secções segundo o estatuto legal e função dos documentos e, no caso daqueles relacionados com as propriedades, segundo o nome/local dessas propriedades. Este “Indice do cartorio” irá permitir assim uma mais fácil e rápida recuperação da informação relativamente ao Index Geral de seu pai, organizado por Casas.
Também cerca de 1825 será composto outro importante documento, a “Discripção da Caza do Conde”, que oferece uma visão geral da Casa, mencionando as datas de aquisição, os seus rendimentos e a respectiva situação legal. Na introdução a esta Descrição o conde diz que a sua intenção é fazer uma “espécie de estatística da Casa”. Além de informar sobre a localização dos documentos, caracteriza o acervo documental elencando os principais livros de registo e o número de maços que constituíam o Arquivo, anotando os documentos em falta e os principais problemas que daí poderiam advir, dando soluções alternativas para suprir essas faltas.</description>

  
  
      <date>1819</date>
  
  
      <format>image/jpeg</format>
      <format>Livro com 37 fls; suporte papel.</format>
  
  <identifier>https://inventarq.fcsh.unl.pt/index.php/instrucoes-para-o-governo-da-casa</identifier>

  <identifier>INST01</identifier>

  <source></source>

  
      <relation>https://inventarq.fcsh.unl.pt/index.php/arquivo-luis-sousa-de-macedo</relation>
    <relation>Luís Manuel da Costa de Sousa de Macedo</relation>
  
  
  <rights>Acesso reservado. Dependente de contacto prévio e autorização do proprietário.</rights>

</oai_dc:dc>
